Cuidar da sua saúde com carinho e profissionalismo é a nossa especialidade

Aqui na AYA, cada detalhe foi pensado para que você se sinta segura e acolhida

Quem somos nós

Somos duas médicas que compartilham o mesmo propósito: cuidar da saúde da mulher com respeito, empatia e excelência. Nós, Dra. Marília Mercês e Dra. Valéria Dantas , unimos nossas histórias, formações e paixões para criar a AYA Saúde & Imagem — um espaço pensado para acolher, ouvir e cuidar de forma completa e humanizada.

Nossa jornada individual nos trouxe a Santo Antônio de Jesus, cidade que se tornou o lar da nossa clínica, um espaço criado para que cada mulher se sinta segura, respeitada e valorizada. Acreditamos que a medicina vai além dos exames e diagnósticos. Ela está no jeito de olhar, de conversar, de escutar — e é isso que buscamos oferecer em cada encontro.

Com formação sólida em
Ginecologia, Obstetrícia e Ultrassonografia, somada ao olhar atento à tecnologia e aos avanços da área, criamos um ambiente que une ciência, acolhimento e cuidado integral. Aqui na AYA, cada paciente é única, e é com esse olhar que conduzimos o nosso trabalho todos os dias.

Dra. Valéria Dantas

Especialista em Ginecologia e Obstetrícia

CRM: 32344 | RQE: 15830

  • Graduação em Medicina pelo Centro Universitário Serra dos Órgãos (UNIFESO)
  • Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia pelo UNIFESO
  • Professora adjunta da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)
  • Pós-graduação em Colposcopia e Patologia do Trato Genital Inferior
  • Treinamento avançado em Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia
  • Curso de Diagnóstico de Infecções Vaginais e Cervicais

Prazer, sou Valéria.

Nasci em Caculé, interior da Bahia, e foi lá, entre memórias simples e cheias de afeto, que comecei a sonhar com a Medicina. Aos 14 anos, deixei minha cidade natal em busca desse sonho, uma decisão difícil para uma adolescente, mas que me ensinou desde cedo o valor da coragem e da persistência.

Minha formação foi no Centro Universitário Serra dos Órgãos (UNIFESO), em Teresópolis (RJ). Foi ali que descobri minha paixão pela saúde da mulher, uma área que me tocou profundamente desde os primeiros atendimentos. Durante a residência em Ginecologia e Obstetrícia, aprendi que cuidar de uma mulher é, muitas vezes, cuidar de uma história inteira: suas fases, seus medos, suas conquistas. E essa percepção me acompanhou desde então.

Minha trajetória profissional ganhou raízes firmes em Santo Antônio de Jesus, cidade que me acolheu e onde hoje realizo meu propósito: oferecer um cuidado genuíno, humano e respeitoso. Escolhi a Ginecologia e Obstetrícia porque acredito que cada mulher merece ser ouvida e acompanhada com empatia, da adolescência ao climatério, com atenção às suas singularidades e com espaço para suas emoções, dúvidas e desejos.

Para mim, a saúde da mulher vai muito além do corpo. Envolve afeto, confiança e presença. E é exatamente isso que busco entregar em cada consulta: um cuidado que acolhe por inteiro.

Dra. Marília Mercês

Especialista em Ultrassonografia

CRM: 21650 | RQEs: 11331, 22661

  • Graduação em Medicina pela Universidade Federal da Bahia (UFBA)
  • Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia pelo Hospital Universitário Professor Edgard Santos e MCO (UFBA)
  • Especialista em Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia pelo Colégio Brasileiro de Radiologia / AMB / Febrasgo
  • Certificada em Morfológico de 1º trimestre pela Fetal Medicine Foundation (FMF-Londres)

Prazer, sou Marília!

Nasci em Santo Antônio de Jesus e após concluir o 3º ano do ensino médio, fui aprovada em Medicina na UFBA. Daí passaram-se 10 anos de morada e formação em Salvador. Foram 6 anos de faculdade e depois 3 anos de residência médica em Ginecologia/Obstetrícia no Hospital das Clínicas da UFBA e Maternidade Climério de Oliveira. Nesse período além de me apaixonar pelos partos e saúde da mulher, me encantei pela ultrassonografia e então fiz mais 1 ano de formação nessa área na Caliper Escola de Imagem.

Em 2014 retornei à minha cidade! É uma grande satisfação poder trazer para SAJ uma medicina construída com ética, responsabilidade e respeito pela vida, a medicina em que eu acredito. Oferecer à minha cidade um cuidado humanizado, atento e comprometido com cada história é para mim uma realização e um dever.

Essa sou eu:
– Maravilhada pela vida e por poder presenciar todos os dias esse milagre começando.
– Grata por ter sido escolhida por cada um de vocês pra acompanhá-los numa das caminhadas mais emocionantes e intensas que viverão.
– Certa de que um pré-natal responsável e uma equipe bem preparada pode mudar o desfecho das gestações e impactar no nascimentos das famílias.

Dra. Talita Aires

Especialista em Ecocardiografia Fetal

CRM: 20323 | RQE: 17179

Dra. Juliana Faustino

Especialista em Endocrinologia

CRM: 26373 | RQEs: 15497, 15498

Principais Exames e Atendimentos

Ultrassonografia

Ginecologia e Obstetrícia

Ecocardiograma Fetal

Endocrinologia

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Cuidado completo para a saúde da mulher

Na AYA, combinamos tecnologia avançada e acolhimento humanizado para oferecer a você:

Seu bem-estar é nossa maior prioridade.

Perguntas Frequentes

ENTRE 11 SEMANAS E 13 SEMANAS E 6 DIAS: Morfólogico do primeiro trimestre (prefira entre 12-13 sem)


ENTRE 20 E 24 SEMANAS: Morfólogico do segundo trimestre (prefira entre 22-23 sem)


AO REDOR DE 28 SEMANAS: Avaliar crescimento fetal, líquido amniótico.


AO REDOR DE 34 SEMANAS: Avaliar crescimento fetal, líquido amniótico.


APÓS 37 SEMANAS (Opcional): Estimar peso de nascimento, avaliar posição fetal e líquido amniótico.

 

O diagnóstico de gravidez é algo simples mas que sempre suscita dúvidas nas mulheres.

Ao se perceber com atraso da menstruação, um simples teste de farmácia positivo já é confiável e indica existência de gravidez. Podemos realizar também o exame de sangue chamado Beta-HCG sérico que pode ser qualitativo (se vier escrito reagente ou positivo, significa gravidez) e pode ser o quantitativo (aquele que vem um monte de número e que se estiver maior que o valor de referência do laboratório, também significa gravidez).

Muitas gestantes acreditam que só a ultrassonografia confirma gravidez, o que não é verdade. A ultra realizada antes de seis semanas de atraso pode simplesmente “não enxergar” a gravidez, o que causa confusão e angústia, porque a gravidez existe, o equipamento é que não consegue “ver”.

Para a ultra começar a detectar gravidez com mais certeza aguardamos entre a 6ª e a 8ª semana de atraso da menstruação, quando já dá pra visualizar o saco gestacional, vesícula vitalínica, embrião e coração batendo. Essa ultra, inclusive, é muito importante para datar a gravidez. Se ela estiver condizente com a última menstruação, contaremos a gravidez pela menstruação.

Então mamães, menos confusão e mais tranquilidade para descobrir se seu pimpolho está chegando ou não.

No morfológico do 1º trimestre é calculado o risco para cromossomopatias, dentre elas a Síndrome de Down. O cálculo de risco é baseado em achados ultrassonográficos específicos, história clínica, marcadores bioquímicos, entre outros.

No morfológico do 2º trimestre, além da pesquisa de malformações estruturais, existem também alguns marcadores que quando presentes levam à suspeita de cromossomopatias.

É possível detectar 96% dos fetos com Down, no entanto esses exames não são capazes de afirmar que o bebê tem uma síndrome e também existe uma pequena parcela dos casos que não demonstra alterações nos exames. O objetivo é rastrear os fetos que têm uma suspeita, para que possam ser encaminhados para o exame de confirmação diagnóstica, que é invasivo.

Se o risco no morfológico do 1º trimestre for elevado ou aparecerem alguns marcadores no morfológico do 2º trimestre que levem à suspeita, pode ser discutida a realização do cariótipo fetal (estudo dos cromossomos fetais). Esse exame é feito por meio de procedimentos invasivos, como a biópsia de vilo corial e amniocentese (introdução de agulha na cavidade uterina para a coleta de fragmentos da placenta ou de líquido amniótico), e é capaz de dar o diagnóstico com precisão.

O morfológico do 1º trimestre pode ser feito entre 11 semanas e 13 semanas e 6 dias.

Mas quem é minha paciente sabe que, dentro desse período, dá-se preferência à 12ª semana, que é o período ideal para a realização do exame.

Mas por quê?
– Com 11 semanas o bebê ainda é muito pequeno, prejudicando a avaliação da anatomia, como por exemplo, do coração fetal.
– Com 13 semanas, eles se movimentam mais, às vezes não ficam de jeito nenhum na posição que precisamos, e o exame acaba sendo muito mais desgastante.

Algumas mamães acham que, deixando pra fazer depois de 13 semanas, irão ter mais chance de saber o s3x0 do bebê, mas isso não é verdade! O palpite dado com 12 semanas tem a mesma taxa de erro do que é dado com 13 semanas!

Então, se você puder escolher, faça na 12ª semana! Seu bebê vai ser melhor avaliado e provavelmente você não precisará dar uma voltinha ou fazer um lanche antes de finalizar o exame! 😅😉

A genitália fetal só está completamente formada por volta de 16 semanas.

Com 12 semanas, avaliamos o ângulo do TUBÉRCULO GENITAL, que é a estrutura que virará a genitália externa.

Por isso, no morfológico do 1° trimestre, não é possível afirmar o sexo, e sim dar um PALPITE, e esse palpite tem uma taxa de erro de 15-20%.

Então não dá para comprar enxoval nem fazer chá revelação.

Em geral, o ideal é que a primeira consulta seja por volta dos 10 anos de idade, já que, antes mesmo da primeira menstruação, o ginecologista pode orientar sobre diversos assuntos, questões nutricionais, cartão de vacina, frequência de atividades físicas.
Sabemos que quanto mais a menina se sentir à vontade com o seu ginecologista, menos constrangimento e mais confiança será estabelecida na relação médico-paciente.

Não ter relações sexuais por pelo menos dois dias antes, não usar creme vaginais ou medicamentos que interfiram na coleta. O exame não deve ser realizado no período menstrual.

Sim. Mesmo sem sintomas, o acompanhamento ginecológico anual é essencial para prevenção de doenças, rastreio de câncer, controle hormonal e orientação sobre saúde íntima, contracepção e menopausa.

Não é recomendado. O gel utilizado na ultrassonografia transvaginal pode deixar resíduos que prejudicam a coleta de células e a leitura correta do Papanicolau por parte do patologista.

Se for fazer ambos no mesmo dia, primeiro faça o Papanicolau e só depois o ultrassom, garantindo resultados confiáveis

Não necessariamente. Algumas mulheres podem ter leve retenção de líquidos, mas o ganho de peso significativo costuma estar mais relacionado a outros fatores. Há muitas opções de métodos, e é possível encontrar o mais adequado para cada paciente.

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